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Câncer
de pele – Previna-se evitando
o excesso de sol
O câncer de pele é uma
das doenças que mais preocupam
os médicos na atualidade devido
a sua incidência, cada vez mais
numerosa
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A
valorização estética
do corpo bronzeado, a partir da
década
de 60, foi fator determinante
para o aumento de casos.
A radiação solar provoca
menor resposta imunológica
da pele que, por sua vez,
fica mais vulnerável ao
aparecimento do câncer.
Enquanto que na década
de 30 as estatísticas
apontavam um caso de
câncer de pele para cada
1.500 pessoas, no ano
2.000, a taxa subiu de um
para cada 90 pessoas. |
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“Procure
um dermatologista com urgência
quando reparar alterações
em uma pinta” |
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Entre
os vários tipos de tumores
de
pele, os carcinomas representam
entre 70% e 80% das ocorrências,
enquanto o câncer de pele
mais
terrível, o melanoma, de
5% a 7%. Atualmente a maioria dos
tipos de câncer pode ser tratada
e curada, quando diagnosticada cedo.
Por isso
é importante saber a diferença
entre eles: |
Carcinoma basocelular
– É o mais freqüente (65%
do total)
e tem baixa malignidade. Está relacionado
à radiação UVB, que
predomina entre 10 e 14h. As pessoas de
pele clara são as mais sujeitas a
este tipo de câncer. Aparece na forma
de nódulo ou
ferida que não cicatriza e seu crescimento
é lento. Surge normalmente nas áreas
do corpo mais expostas ao sol, como
face, braço e colo.
Carcinoma espinocelular
– Sua freqüência é
de cerca de 15%
dos tumores cutâneos. Está
relacionado, muitas vezes, à cicatrizes
de queimadura ou asperezas causadas pelo
sol. Começa em geral com uma lesão
avermelhada e áspera que vai aumentando
de tamanho e sangra com facilidade. É
mais comum no sexo
masculino. Pode dar metástase (quando
o câncer acomete
outros órgãos).
Melanoma maligno
– É o mais perigoso dos tumores
cutâneos
e acomete, principalmente, pessoas entre
30 e 60 anos. Sua
incidência vem aumentando em todo
o mundo. A grande maioria surge a partir
de sinais escuros (nevos), mas, pode ocorrer
também numa pele sem lesões.
O melhor jeito de se prevenir
é manter o hábito de observar
as pintas com freqüência (auto-exame),
além de visitar um dermatologista,
uma vez por ano.
Atenção
Procure um dermatologista com urgência
quando reparar alterações
em uma pinta. Mudança de cor, forma
e tamanho, assim como sangramento ou aparecimento
de lesões nas adjacências são
indícios de que podem existir problemas.
Quem pode desenvolver
câncer de pele:
- Pessoas de pele clara (sempre se queimam,
nunca se bronzeiam).
- Pessoas com pintas e sinais no corpo.
- Tendência familiar. Quando há
casos de parentes que tiveram câncer
cutâneo, o risco aumenta.
- Indivíduos que se expõem
por tempo prolongado ao sol. A
radiação tem efeito cumulativo
ao longo da vida. Por isso, a
chance de o problema ocorrer no idoso é
grande.
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| Por
Christianne Valente |
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