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São mais de 1 bilhão
de pessoas acima do peso no mundo
e cerca de 300 milhões de
obesos, segundo a Organização
Mundial de Saúde. Sendo assim,
ela já é considerada
uma epidemia no mundo. No Brasil,
segundo dados de 1989 eram obesas
cerca de 32% da população
adulta.
A obesidade é uma doença
crônica definida pelo excesso
de gordura corporal. Ela ocorre
quando a ingestão calórica
é maior do que o gasto calórico.
A predisposição genética
influencia bastante, mas os fatores
culturais e ambientais são
os mais importantes para a ocorrência
da obesidade.
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“A
obesidade é uma doença
crônica definida pelo
excesso de gordura corporal”
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Além
das dificuldades sociais e psicológicas
que ela acarreta, encontram-se os
problemas físicos e metabólicos
que estão ligados a essa
doença, como resistência
à insulina, comprometimento
respiratório, problemas de
pele, infertilidade e doenças
musculoesqueléticas, como
osteoartite, por exemplo. |
É ainda fator de risco importante
para determinadas doenças crônicas
como hipertensão arterial, diabetes
tipo 2, dislipidemia (aumento das gorduras
sangüíneas), doença cardiovascular
e
alguns tipos de câncer, como da mama,
cólon do útero, próstata,
endométrio, rim e vesícula
biliar.
Todas essas doenças recorrentes da
obesidade requerem um alto custo da atenção
à saúde, o que leva os órgãos
de saúde a se preocuparem e tentarem
prevenir o problema.
As causas principais da obesidade são
diminuição da atividade
física, devido às comodidades
da vida moderna, além de trabalhos
que cada vez mais requerem um menor esforço
físico, e aumento
do consumo de alimentos de alta densidade
calórica, ricos em gordura e calorias.
Esses alimentos na maioria das vezes são
pobres em nutrientes e somente contribuem
para o aumento de peso.
Mas e como é feito o diagnóstico
de obesidade?
O meio mais utilizado é o IMC –
Índice de Massa Corporal, onde é
dividido o peso pela altura ao quadrado.
Um valor acima de 25 Kg/m2 indica sobrepeso
e valores acima de 30 kg/m2 indicam obesidade.
A Organização Mundial de Saúde
sugere estratégias de combate a essa
doença onde as políticas públicas
deveriam visar a prevenção
da obesidade, a manutenção
de peso, controle de co-morbidades e controle
do peso.
No Brasil, existem hoje os Guias Alimentares
da População
Brasileira. Um material educativo voltado
para a alimentação de crianças
menores de 2 anos e também para
população maior de
2 anos em breve. Assim, as pessoas possuirão
maior informação
sobre alimentação saudável
e prevenção de doenças
como a obesidade.
Para evitar o aumento das estatísticas,
o ideal é incorporar hábitos
saudáveis, como os descritos abaixo:
- Aumento no consumo de hortaliças,
frutas, leguminosas e
alimentos integrais, ricos em vitaminas,
minerais e fibras.
- Diminuição do consumo
de frituras, doces, carne vermelha e salgadinhos,
alimentos ricos em gordura saturada.
- Praticar atividades físicas regularmente,
aumentando o gasto energético e
contribuindo para a eliminação
de peso e manutenção da
saúde.
- Diminuir o consumo de álcool
e refrigerantes, dando preferência
à água e sucos naturais.
- Faça várias refeições
ao dia, que contribui para uma maior saciedade,
além de um melhor trabalho do organismo.
Com esses hábitos, todos ganham
e espantam a obesidade.
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